O João tinha de escrever sobre um objecto não existente, inventado por ele:
Este é o meu projecto
vento de mar
para debaixo do meu tecto.
Não tem regras nem conceitos,
mas é um dialecto,
um dialecto meu
que não se insere no teu.
Não tem lugar
aqui no mar
ou no céu.
Não tem lugar no tempo,
ele não está aqui devido ao vento
mas eu hoje trouxe-o
no meu bolso de talento.
Ele é a maior das coisas
aqui ou além,
mas enquanto o teu pousas
sem amor e com desdém
eu acaricio o meu, porque só lhe quero bem.
João Henriques, 10 L
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domingo, 26 de setembro de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Conto
Dark Sanctuary
Num mundo sem som onde todo o anjo é terrível, a mancha de cor, que aos poucos empalidece, voa agora sem rumo aparente pelos gélidos caminhos do pensamento humano em busca duma horripilante mas bela morte. Numa vida onde o grande é muitas vezes interpretado como inexistente e o pequeno observado através das mais variadas lupas, esta mancha de cor imperceptível está atenta à poeira confundida com o ouro; apenas esta tem a capacidade de ver a profundidade da mais complexa muralha de entendimentos, por mais cimentada que esta possa estar à superfície. Pelo passado e futuro, presentemente pensará estar num emaranhado de lixo, onde puzzles inacabados e destroçados traduzem, assim, a metade da vida já fora de jogo das mais diversas anomalias, mesmo antes de ter começado. O ser arrogante e fascinante, seria a descrição perfeita, dada por esta criatura poderosamente esquecida; a criatura, por sua vez, é um aroma inspirado pelos tão infames seres arrogantes, muitas vezes com a possibilidade de ser venenoso e erradamente interpretado como o aroma da divindade, mas todo o belo é o começo do terrível para o bem do ser e do aroma em si. Ironicamente esta mancha é da autoria do ser que tanto despreza, tornando-se por isso cada vez mais humanamente lírico e assim belo, originalmente, e tão diferente e inalcançável ao mesmo tempo. A caixa em que se encontra vai ficando cada vez maior até que um dia, ou uma noite, explodirá e espalhará por todos os pequenos buracos de extravagância de todo o mundo do mais puro real. Esses buracos irão, um dia, ser Fénixes e embarcar em mais um labirinto amaldiçoado onde não há saída, apenas uma grande entrada com um portão banhado a ouro e coberto por apelativos diamantes e com sinalização incandescente, mordomia da casa, mas sem letreiros de apoio ao cliente.
(Este conto foi construído em episódios ao longo de 8 aulas do terceiro período e nele foram incluídos excertos de poemas que se encontram a itálico e que foram coleccionados por cada aluno no segundo período a partir de leituras poéticas feitas no início de cada aula)
Num mundo sem som onde todo o anjo é terrível, a mancha de cor, que aos poucos empalidece, voa agora sem rumo aparente pelos gélidos caminhos do pensamento humano em busca duma horripilante mas bela morte. Numa vida onde o grande é muitas vezes interpretado como inexistente e o pequeno observado através das mais variadas lupas, esta mancha de cor imperceptível está atenta à poeira confundida com o ouro; apenas esta tem a capacidade de ver a profundidade da mais complexa muralha de entendimentos, por mais cimentada que esta possa estar à superfície. Pelo passado e futuro, presentemente pensará estar num emaranhado de lixo, onde puzzles inacabados e destroçados traduzem, assim, a metade da vida já fora de jogo das mais diversas anomalias, mesmo antes de ter começado. O ser arrogante e fascinante, seria a descrição perfeita, dada por esta criatura poderosamente esquecida; a criatura, por sua vez, é um aroma inspirado pelos tão infames seres arrogantes, muitas vezes com a possibilidade de ser venenoso e erradamente interpretado como o aroma da divindade, mas todo o belo é o começo do terrível para o bem do ser e do aroma em si. Ironicamente esta mancha é da autoria do ser que tanto despreza, tornando-se por isso cada vez mais humanamente lírico e assim belo, originalmente, e tão diferente e inalcançável ao mesmo tempo. A caixa em que se encontra vai ficando cada vez maior até que um dia, ou uma noite, explodirá e espalhará por todos os pequenos buracos de extravagância de todo o mundo do mais puro real. Esses buracos irão, um dia, ser Fénixes e embarcar em mais um labirinto amaldiçoado onde não há saída, apenas uma grande entrada com um portão banhado a ouro e coberto por apelativos diamantes e com sinalização incandescente, mordomia da casa, mas sem letreiros de apoio ao cliente.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O rapaz e a gaivota
(Este conto foi construído em episódios ao longo de 8 aulas do terceiro período e nele foram incluídos excertos de poemas que se encontram sublinhados e que foram coleccionados por cada aluno no segundo período a partir de leituras poéticas feitas no início de cada aula)
O rapaz e a gaivota
Sim, estou vivo. Todo o meu corpo é feito de matéria. Degradável. Que se move. Nasci assim e assim tenho de viver, com tudo o que herdei: sentimentos e emoções.
Tenho saudades do optimismo, dos sorrisos e das estrelas. Sinto-me pesado, talvez o meu coração de algodão se tenha transformado. Em chumbo. E eu peço a quem me estiver a ouvir para pedir às paredes, ao tecto, céu e universo para não se apoiarem tanto em mim. Porque custa. Custa ouvir e falar, custa lutar e sobretudo custa entender. Pois somos tão adultos que não há ninguém mais velho que nos acaricie. Saberia bem se vivesse dentro dos meus sonhos. A minha casa poderia transformar-se numa cabana, no meio de uma falésia, no meio do mundo. E eu poderia ser feliz e poderia acreditar que era feliz. Às vezes penso que se as crianças e os poetas confundem o sonho da realidade, é porque talvez tenham razão. Talvez eu possa acreditar.
Ontem fui à praia: um dia de primavera demorando-se em tudo o que é água. Arregacei as calças e caminhei sobre o mar. O sal tornou-se na minha segunda pele e eu senti braços salgados a envolver-me em carícias ligeiras. Ontem o mar estava de bom humor. Sentei-me na areia a observar o oceano. Demasiado grande para ser descodificado. E vi-a. Uma criatura livre. Aquela gaivota branca que acompanhava os meus cabelos compridos e os seus movimentos, dançava no ar. Sozinha como eu, mas feliz como uma gaivota. Ficámos os dois em silêncio a observar-nos. Ela levantou voo outra vez. Batia as asas com afinco, como que para me fazer ciúmes. E de seguida pousou numa rocha perto de mim. O mesmo sucedeu três vezes mais. Em mim, a única coisa que mexia eram os meus cabelos, manipulados pelo vento. A gaivota soltou notas à brisa e num instante, a pequena ave cortava o ar outra vez. Sim, desta vez entendi. Levantei-me num ápice e corri. Corri com todas as minhas forças, abanando os braços como ela me ensinara E gritei, numa tentativa animal. Naquele momento senti-me leve e poderoso. Eu e a gaivota voávamos na mesma direcção. Apenas nós e a liberdade de nos sentirmos livres. A prova disso são as minhas pegadas marcadas no areal que agora pertencem ao mar e ao vento. Todo o meu corpo entrou em êxtase, afinal, pode dizer-se não a um pássaro? Esfalfado, parei. Olhei em redor e vi o caminho que tinha percorrido. Vi também que o pequeno animal se tinha misturado com outras gaivotas e o bando de aves afastara-se. Fiquei só. Ou melhor, acompanhado pelo mar, areia e todos os seres que lá vivem. Nesse momento apercebi-me que o universo não tem afeições humanas e que tudo é movimento. Caminhei pela praia outra vez, desta vez no sentido contrário. As minhas pegadas misturaram-se e na areia ficaram desenhados dois rumos. Ambos correctos, pois quando voltei, o meu coração regressou a algodão e os meus olhos, antes entreabertos, descerraram-se. Agora vejo tudo mais luminoso e se tudo não for uma beleza, então nada é.
Sim, estou vivo.
terça-feira, 23 de março de 2010
Propostas para Trabalhos de compensação
- Glossário de poesia do século XX organizado, por (exemplos): nomes de poetas, temas, movimentos literário/poéticos, outros.
- Fazer uma antologia poética comentada.
- Fazer uma entrevista a um poeta e usar excertos dos seus versos para as respostas
- Dois poetas (identificá-los) encontram-se num espaço público (caracterizá-lo). Transcrever a conversa entre os dois, a qual será constituída por excertos de versos de cada um.
- És professor(a). Vais elaborar um teste para os teus alunos sobre "Poesia portuguesa contemporânea".
- Faz uma página de internet sobre um(a) poeta à tua escolha.
- Cria um projecto de livro de poemas de um poeta à tua escolha: faz uma capa, dá-lhe um título, escolhe quinze poemas, escreve um prefácio e faz o texto para a contracapa.
- Fazer um pastiche (poema "à maneira de", "ao estilo de") do poema "Pastelaria" de Mário Cesariny:
http://www.triplov.com/mario_cesariny/pastelaria.htm
ATENÇÃO: OS TRABALHOS DEVEM SER ORIGINAIS E CUIDADOS, NÃO ACEITO CÓPIAS DE INTERNET OU DE QUALQUER OUTRO LUGAR, E DEVEM MOSTRAR UMA REFLEXÃO E UM EMPENHO PESSOAL. SE POSSÍVEL, TAMBÉM O PRAZER QUE TIVERAM EM FAZÊ-LO. ALGUMA DÚVIDA QUE TENHAM PODEM COLOCAR-MA NA ESCOLA, POR AQUI (criando um comentário) OU POR EMAIL.
- Fazer uma antologia poética comentada.
- Fazer uma entrevista a um poeta e usar excertos dos seus versos para as respostas
- Dois poetas (identificá-los) encontram-se num espaço público (caracterizá-lo). Transcrever a conversa entre os dois, a qual será constituída por excertos de versos de cada um.
- És professor(a). Vais elaborar um teste para os teus alunos sobre "Poesia portuguesa contemporânea".
- Faz uma página de internet sobre um(a) poeta à tua escolha.
- Cria um projecto de livro de poemas de um poeta à tua escolha: faz uma capa, dá-lhe um título, escolhe quinze poemas, escreve um prefácio e faz o texto para a contracapa.
- Fazer um pastiche (poema "à maneira de", "ao estilo de") do poema "Pastelaria" de Mário Cesariny:
http://www.triplov.com/mario_cesariny/pastelaria.htm
ATENÇÃO: OS TRABALHOS DEVEM SER ORIGINAIS E CUIDADOS, NÃO ACEITO CÓPIAS DE INTERNET OU DE QUALQUER OUTRO LUGAR, E DEVEM MOSTRAR UMA REFLEXÃO E UM EMPENHO PESSOAL. SE POSSÍVEL, TAMBÉM O PRAZER QUE TIVERAM EM FAZÊ-LO. ALGUMA DÚVIDA QUE TENHAM PODEM COLOCAR-MA NA ESCOLA, POR AQUI (criando um comentário) OU POR EMAIL.
BOM TRABALHO!
Risoleta
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Oficina de escrita criativa: Texto sobre a Primavera sem usar os chavões habituais
A Primavera
Faz tudo parte de um ciclo. As estações vão e vêm. Há mudança. Nós mudamos de humor, uns ficam mais contentes, outros nem tanto. Depende. Há alegria no ar. Começamos a ter outro tipo de actividades, vestir outro tipo de roupas, etc. Tudo muda de cor, as pessoas, o ambiente, o que nos rodeia. Há o renascer e transformação do que está à nossa volta. Nada acaba, apenas sofre mudanças e se transforma. Esta mudança pode ser positiva ou negativa. Mas em tudo há um lado bom e um lado mau, basta observarmos. Os ventos que nos levaram algo são também aqueles que nos voltam a trazer outra coisa nova que aprendemos a encarar.
10ºB
Nº 19
Ainda, sugestões de títulos para o projecto APARECE
Quando me perco na tristeza acendo a luz da felicidade;
Já sei o que é perder-me, agora aprendo a encontrar-me;
Daniela
Sente com quantas cores o mundo tem
Mafalda
Já sei o que é perder-me, agora aprendo a encontrar-me;
Daniela
Sente com quantas cores o mundo tem
Mafalda
Oficina de escrita criativa: Texto sobre a Primavera sem usar os chavões habituais
´
A Primavera
A Primavera oferece-nos a sensação de conforto, a luz cobre-nos e leva-nos. O bom desta estação é que não nos impõe limites, e por isso voamos.
Podemos plantar, tomar banhos de sol, passear sem nos preocuparmos com a chuva… A Primavera agrada-me por ser tão fantástica e nos dar a sensação que somos felizes, que a vida é perfeita.
Para quê ficar em casa? Rebola na relva, vive!
Filipa Croce Rivera
nº10 10ºB
Exercício de escrita
O príncipe tapou bem os olhos
Com força;
Meteu a cabeça no peito.
E olha desolado
Para dentro.
Em cima dele
A coroa
A sua obra imposta
Que lhe mete medo
À volta da corte
O mundo,
O resto do mundo,
Reunidos aqui e além
Segundo certas leis
Que lhe mete(m) medo
E no desespero deste
Momento universal
Está ele,
O fardo
De que sente medo
Trabalho realizado por:
Mariana Marques
Sara Cipriano
10º A
A partir do poema do poeta romeno Marin Sorescu. Os alunos tinham de substituir as palavras em falta.
O Caracol
O caracol tapou bem os olhos
Com cera,
Meteu a cabeça no peito
E olha fixamente
Para dentro.
Em cima dele
A casca —
A sua obra perfeita
Que lhe mete nojo —
À volta da casca
O mundo,
O resto do mundo,
Disposto aqui e além
Segundo certas leis
Que lhe mete nojo —
E no centro deste
Nojo universal
Está ele —
O caracol,
De que sente nojo.
in Simetria
Com força;
Meteu a cabeça no peito.
E olha desolado
Para dentro.
Em cima dele
A coroa
A sua obra imposta
Que lhe mete medo
À volta da corte
O mundo,
O resto do mundo,
Reunidos aqui e além
Segundo certas leis
Que lhe mete(m) medo
E no desespero deste
Momento universal
Está ele,
O fardo
De que sente medo
Trabalho realizado por:
Mariana Marques
Sara Cipriano
10º A
A partir do poema do poeta romeno Marin Sorescu. Os alunos tinham de substituir as palavras em falta.
O Caracol
O caracol tapou bem os olhos
Com cera,
Meteu a cabeça no peito
E olha fixamente
Para dentro.
Em cima dele
A casca —
A sua obra perfeita
Que lhe mete nojo —
À volta da casca
O mundo,
O resto do mundo,
Disposto aqui e além
Segundo certas leis
Que lhe mete nojo —
E no centro deste
Nojo universal
Está ele —
O caracol,
De que sente nojo.
in Simetria
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Oficina de escrita
1º Exercício:
A partir do título: "As folhas novas mudam de cor" escrever durante três minutos sem parar tudo o que vier à cabeça"
2º Exercício:
Escrever um texto sobre a Primavera, sendo proibidas as seguintes expressões:
"a Primavera começa a ... e acaba a...."
"o final das chuvas, as flores desabrocham, os pássaros regressam e cantam, o vento suaviza-se numa brisa agradável"
" a seguir à Primavera vem o Verão"
"os campos ficam verdes, o céu azul, a roupa mais leve..."
" é a partida do frio, os dias ficam maiores, começam os dias de praia..."
" traz com ela as férias da Páscoa, há mais alegria e boa disposição"
"adoro a Primavera" ou "não gosto da Primavera"
Não se pode falar em relva, sol, calor, passeios, andorinhas, pardais, piqueniques...
etc...
A partir do título: "As folhas novas mudam de cor" escrever durante três minutos sem parar tudo o que vier à cabeça"
2º Exercício:
Escrever um texto sobre a Primavera, sendo proibidas as seguintes expressões:
"a Primavera começa a ... e acaba a...."
"o final das chuvas, as flores desabrocham, os pássaros regressam e cantam, o vento suaviza-se numa brisa agradável"
" a seguir à Primavera vem o Verão"
"os campos ficam verdes, o céu azul, a roupa mais leve..."
" é a partida do frio, os dias ficam maiores, começam os dias de praia..."
" traz com ela as férias da Páscoa, há mais alegria e boa disposição"
"adoro a Primavera" ou "não gosto da Primavera"
Não se pode falar em relva, sol, calor, passeios, andorinhas, pardais, piqueniques...
etc...
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Algumas propostas de títulos para o projecto "Aparece"
- A saúde à nossa guarda
- Cura-te apaixonadamente
- Viver dentro da mão de uma criança
- A felicidade numa caixa de música
- Com consciência, cuidar de nós
- Saúde, prioridade máxima
- Aos deuses do meu sorriso
- Faz da tua vida uma proa
- Grita ao medo e expulsa a dor
- Coração doce, sorriso livre
- Sonhar a vida e crescer com alegria
- A vida num bater de coração
- Imortalizar a saúde, abrir as portas da alegria
- Vida, uma essência
- Suspiro de liberdade, saúde e felicidade
- Um mundo em pleno coração declarado livre
- Saúde, elo vitorioso
- Pássaro livre desenhando um sorriso na face do mundo
- Saúde e a alegria de tê-la
- Felicidade, rainha da saúde
- Saúde; desenhar meus passos no meu sonho
- A alegria de conhecer tão bem o meu corpo
- Encanto de Primavera em cada dia
- Chama da vida, asas para voar
- Corpo são, coração pleno
- Saudavelmente o silêncio dos meus passos
- Saudável sol que vem ao meu encontro
- Vontade de viver
- Aberto céu seguro
- Cuida do teu canto, corpo da tua voz
- Saudável cuidar
- Ogivas para o sol
- Saúde, sol à sombra dos plátanos
- O melhor de nós nitidamente azul
- Voo dos corações
- Num dia, ter o paraíso
- Sente com quantas cores o mundo tem
Alunos das turmas: 10º A, B e L
- Cura-te apaixonadamente
- Viver dentro da mão de uma criança
- A felicidade numa caixa de música
- Com consciência, cuidar de nós
- Saúde, prioridade máxima
- Aos deuses do meu sorriso
- Faz da tua vida uma proa
- Grita ao medo e expulsa a dor
- Coração doce, sorriso livre
- Sonhar a vida e crescer com alegria
- A vida num bater de coração
- Imortalizar a saúde, abrir as portas da alegria
- Vida, uma essência
- Suspiro de liberdade, saúde e felicidade
- Um mundo em pleno coração declarado livre
- Saúde, elo vitorioso
- Pássaro livre desenhando um sorriso na face do mundo
- Saúde e a alegria de tê-la
- Felicidade, rainha da saúde
- Saúde; desenhar meus passos no meu sonho
- A alegria de conhecer tão bem o meu corpo
- Encanto de Primavera em cada dia
- Chama da vida, asas para voar
- Corpo são, coração pleno
- Saudavelmente o silêncio dos meus passos
- Saudável sol que vem ao meu encontro
- Vontade de viver
- Aberto céu seguro
- Cuida do teu canto, corpo da tua voz
- Saudável cuidar
- Ogivas para o sol
- Saúde, sol à sombra dos plátanos
- O melhor de nós nitidamente azul
- Voo dos corações
- Num dia, ter o paraíso
- Sente com quantas cores o mundo tem
Alunos das turmas: 10º A, B e L
domingo, 29 de novembro de 2009
Exercício sobre os sentidos da palavra "prescrever"
Parece que já ninguém aprecia o que é a Arte. Não digo que sei exactamente como se deve apreciar Arte, mas digo que me esforcei para sabê-lo (vi muitos museus, exposições, teatros, filmes,...), mas há muita gente que desconhece a Arte e mesmo assim afirma que sabe, as circunstâncias prescrevem cuidado! Há que melhorar a situação: para estar em artes prescreve-se que se tenha um maior conhecimento cultural. É raro encontrar situações em que uma pessoa diga: "vamos ao teatro", em vez de: "vamos ao cinema". Parece que essa moda já prescreveu há anos atrás.
De certa forma, o que é a Arte? É uma necessidade mental que temos, podemos até dizer: prescreva-se à alma que veja Arte.
Duarte Lima
Nº9
10ºB
De certa forma, o que é a Arte? É uma necessidade mental que temos, podemos até dizer: prescreva-se à alma que veja Arte.
Duarte Lima
Nº9
10ºB
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