Mostrando postagens com marcador debates. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador debates. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Debate sobre graffiti, segunda-feira dia 18
Questões levantadas pelos alunos, a preparar:
- É arte?
- Tem valor social?
- É uma forma de expressão? De quê?
- Relação entre graffiti e a liberdade dos outros.
- Outras...
Moderador: André
Secretário: Vasco
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Debates- conclusões da professora:
Alguns alunos (menos do que os esperados) apresentaram exemplos concretos de casos, que analisaram. Outros mostraram ter preparado, mas não apresentaram exemplos específicos.
Quase todos os alunos intervieram espontaneamente, houve uma minoria que não interveio activamente, embora todos tenham acompanhado o debate com interesse.
Na generalidade, os moderadores e os secretários desempenharam bem o seu papel.
A professora esteve como observadora e apenas interveio para chamar a atenção para uma ou outra regra a que os alunos não estavam habituados.
Os alunos aprenderam que:
Devem inscrever-se sempre que querem falar, devem esperar que o moderador lhes conceda a palavra. Se quiserem intervir uma segunda vez devem esperar que os que ainda não falaram possam fazê-lo. Não devem entrar em diálogo; se algum colega disser algo a que queiram reagir ou responder, deverão esperar pela sua vez. O moderador e o secretário podem tomar a palavra sempre que necessário dentro das suas funções, mas se quiserem intervir para exprimir opiniões pessoais deverão inscrever-se tal como qualquer outro.
Quase todos os alunos intervieram espontaneamente, houve uma minoria que não interveio activamente, embora todos tenham acompanhado o debate com interesse.
Na generalidade, os moderadores e os secretários desempenharam bem o seu papel.
A professora esteve como observadora e apenas interveio para chamar a atenção para uma ou outra regra a que os alunos não estavam habituados.
Os alunos aprenderam que:
Devem inscrever-se sempre que querem falar, devem esperar que o moderador lhes conceda a palavra. Se quiserem intervir uma segunda vez devem esperar que os que ainda não falaram possam fazê-lo. Não devem entrar em diálogo; se algum colega disser algo a que queiram reagir ou responder, deverão esperar pela sua vez. O moderador e o secretário podem tomar a palavra sempre que necessário dentro das suas funções, mas se quiserem intervir para exprimir opiniões pessoais deverão inscrever-se tal como qualquer outro.
Debate sobre a Comunicação Social: 10 L
Moderadora: Inês
Secretária: Susana
A Moderadora começou por apresentar o tema e definir as regras de participação e o tempo das intervenções.
Súmula das principais intervenções:
- Há certos factos que nos ocultam ou inventam para tornar as notícias mais sensacionalistas e vender mais.
- Tanto a Comunicação Social como a publicidade distorcem a realidade.
- A CS exagera os factos, faz de certos temas os únicos, o que condiciona o pensamento.
- As pessoas são demasiado crédulas em relação a tudo o que diz a CS, falta-lhes espírito crítico.
- Somos demasiado bombardeados por publicidade todos os dias e em todos os locais e um dos veículos é a CS. As letras pequeninas são quase ocultadas e é nelas que está o segredo do que nos interessa. O problema dos media e da publicidade é agirem muito ao nível do subconsciente.
- É muito importante a educação dos mais novos desde muito cedo. A publicidade começa a substituir-se aos pais, o que é inquietante. As crianças são as mais influenciáveis e os alvos mais fáceis.
- As pessoas devem ser educadas para o espírito crítico.
- A manipulação e as seduções com que a publicidade nos tenta com as suas ilusões: liberdade, aventura.
- Alguns media, na preocupação de focar a atenção em si, caem na tentação de chegar a forjar acontecimentos.
- Os cidadãos sofrem uma formatação mental através dos Media, que nos fazem uma lavagem cerebral desde pequenos de modo que nunca chegamos a conhecer a realidade como ela é. A nossa realidade depende do que os Media querem que seja. Sem conhecimento, sem sabedoria, somos totalmente manipuláveis. Porque somos “nós” que vamos mudar a publicidade daqui a muitos anos.
- Nós criamos a nossa própria realidade e a partir do momento em que começamos a adquirir mais consciência, temos de aprender a interpretar, senão andamos todos a falar do mesmo.
- Nesta época de crise alguns Media têm desempenhado uma função importante chamando a atenção para os problemas. Sem os media estaríamos na mais completa ignorância . O que é importante é saber distinguir.
- Os media são úteis porque agem e interagem na sociedade, e podem ter uma função educativa. São uma ligação importante ao mundo para as pessoas que estão isoladas.
- Por vezes a televisão junta a família à noite, faz e rir e chorar.
- A CS não promove muito a cultura, põe mais a tónica na economia, na política, as desgraças e nas futilidades. Há uma grande desproporção entre as notícias de cultura e as outras. A cultura é normalmente remetida para as últimas páginas.
- Será que a CS nos quer ignorantes? Alguns jornais promovem a cultura, embora pudessem fazê-lo mais.
- Quando comparamos as notícias nos vários canais verificamos que cada um acrescenta um ponto.
- A publicidade usa métodos de sedução, como cores fortes, imagens provocantes, actores conhecidos, etc.
- Os pais dão a educação que receberam, passa muito por eles poderem ajudar ou não os filhos, também nesta área.
-Síntese da moderadora: Com os excessos ligados a um mau uso da sexualidade, pelos exageros, principalmente os mais pequenos são influenciados e desviados do caminho da responsabilidade e do bom senso, não há um estímulo à cultura e à inspiração em pessoas interessantes, mas na competição entre pessoas e na deturpação da realidade para estimular as vendas. O espírito crítico deve ser incentivado, dada a sua importância.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Debate sobre comunicação social - turma 10B
Moderador: Duarte
Secretária:Marta
- A comunicação social promove a união entre os Homens e atrai a atenção da sociedade para a solidariedade social
- É melhor não confiar muito, há sempre algo por trás, que não é evidente.
- Por vezes a CS não respeita as pessoas.
- Quando a CS faz determinadas afirmações, as pessoas acreditam, esquecendo que já leram anteriormente o contrário.
- Há jornalistas sem escrúpulos que criam boatos; isso é má comunicação social.
- O objectivo das revistas é vender e não olham a meios.
- Por vezes a informação é distorcida e os factos são forçados.
- Por que não fala a CS dos problemas sociais e de harmonia?
- A CS devia chamar mais a atenção para os problemas do meio ambiente.
- As revistas dão às pessoas o que elas querem, muita gente tem gostos mesquinhos.
- Algumas pessoas preferem as mentiras; quando compram, sabem o que vão comprar.
- As revistas são como são para fazerem as pessoas esquecer os seus problemas.
- Também há boas revistas, que informam.
- Os jornais gratuitos vivem à base de publicidade e são uma fonte de lixo na cidade.
- As pessoas deveriam escolher ler coisas decentes, porque com estes hábitos que levam, uma parte dos cérebros estão a ficar demasiado mesquinhos.
- A CS deveria ajudar as pessoas a tornarem-se mais inteligentes.
- A CS está a funcionar mais como entretenimento do que como informação.
- Também há revistas especializadas em temas, como o meio ambiente.
- Os jornais movimentam muito dinheiro e muita gente.
- Somos uma sociedade de consumistas, não pensamos "fora da caixa".
- Relativamente aos jornais gratuitos, não devemos generalizar.
- Algumas revistas têm qualidade.
- As pessoas têm direito à sua privacidade e ao respeito.
- Os jornalistas free-lancers estão menos condicionados.
- Os media dão demasiada importância ao futebol.
- O futebol é mais um negócio, daí a importância que lhe é dada.
- O artificialismo das notícias está patente no exemplo de que quando começou a gripe A a crise "diminuiu", ou pelo menos as notícias. Isto acontece repetidamente com os vários acontecimentos.
- A repetição obsessiva de determinadas notícias cria nas pessoas uma preocupação à toa.. Por que não reforçar as boas práticas em vez do contrário?
- Continua a haver tentativas para silenciar os meios de comunicação. Há alguns interesses aos quais convém que não se fale das coisas importantes para o país.
Conclusões do moderador reforçadas pela secretária:
Entre os media há bons e maus exemplos. Os bons ficarão para a história.
A opinião geral é de que a comunicação social não tem qualidade suficiente e que passa demasiada propaganda.
Secretária:Marta
- A comunicação social promove a união entre os Homens e atrai a atenção da sociedade para a solidariedade social
- É melhor não confiar muito, há sempre algo por trás, que não é evidente.
- Por vezes a CS não respeita as pessoas.
- Quando a CS faz determinadas afirmações, as pessoas acreditam, esquecendo que já leram anteriormente o contrário.
- Há jornalistas sem escrúpulos que criam boatos; isso é má comunicação social.
- O objectivo das revistas é vender e não olham a meios.
- Por vezes a informação é distorcida e os factos são forçados.
- Por que não fala a CS dos problemas sociais e de harmonia?
- A CS devia chamar mais a atenção para os problemas do meio ambiente.
- As revistas dão às pessoas o que elas querem, muita gente tem gostos mesquinhos.
- Algumas pessoas preferem as mentiras; quando compram, sabem o que vão comprar.
- As revistas são como são para fazerem as pessoas esquecer os seus problemas.
- Também há boas revistas, que informam.
- Os jornais gratuitos vivem à base de publicidade e são uma fonte de lixo na cidade.
- As pessoas deveriam escolher ler coisas decentes, porque com estes hábitos que levam, uma parte dos cérebros estão a ficar demasiado mesquinhos.
- A CS deveria ajudar as pessoas a tornarem-se mais inteligentes.
- A CS está a funcionar mais como entretenimento do que como informação.
- Também há revistas especializadas em temas, como o meio ambiente.
- Os jornais movimentam muito dinheiro e muita gente.
- Somos uma sociedade de consumistas, não pensamos "fora da caixa".
- Relativamente aos jornais gratuitos, não devemos generalizar.
- Algumas revistas têm qualidade.
- As pessoas têm direito à sua privacidade e ao respeito.
- Os jornalistas free-lancers estão menos condicionados.
- Os media dão demasiada importância ao futebol.
- O futebol é mais um negócio, daí a importância que lhe é dada.
- O artificialismo das notícias está patente no exemplo de que quando começou a gripe A a crise "diminuiu", ou pelo menos as notícias. Isto acontece repetidamente com os vários acontecimentos.
- A repetição obsessiva de determinadas notícias cria nas pessoas uma preocupação à toa.. Por que não reforçar as boas práticas em vez do contrário?
- Continua a haver tentativas para silenciar os meios de comunicação. Há alguns interesses aos quais convém que não se fale das coisas importantes para o país.
Conclusões do moderador reforçadas pela secretária:
Entre os media há bons e maus exemplos. Os bons ficarão para a história.
A opinião geral é de que a comunicação social não tem qualidade suficiente e que passa demasiada propaganda.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Debate sobre comunicação social - turma 10A
Moderadora : Rita
Secretário: Vasco
Algumas ideias apresentadas pelos alunos:
Proposta da moderadora: dada a proximidade ainda das eleições, sugere que as intervenções se centrem no tema "o marketing político", e foi pedindo aos colegas para não se desviarem do tema.
- A publicidade é enganosa porque promete a toda a população o mesmo nível de felicidade.
- Os partidos mais pobres não têm capacidade para competir com os outros em termos de marketing.
- O que se entende por marketing político faz parte da campanha.
- Nem sempre os partidos são claros, por isso é que as pessoas não gostam de política. Não compreendendo, retiram-se.
- Só se deixa enganar o que não assume a responsabilidade de se informar.
- O objectivo do marketing político é convencer a população de que aquele partido é o melhor; os partidos tentam passar a melhor imagem, porque a imagem ajuda.
- O perigo é as pessoas irem atrás da imagem. E se o país for à falência por causa disso?
- Merece unanimidade a reprovação perante a publicidade junto das crianças.
- Há quem considere que o marketing não faz a diferença.
- Se não existir informação as pessoas ficam na ignorância.
- O marketing acaba por afectar, quanto mais não seja ao nível do subconsciente, usando estratégias que possui em abundância. A imagem influencia, mesmo aqueles que pensam não ser influenciados por ela.
- Nem sempre a informação é dada na melhor altura, muitas vezes o momento não é o adequado à realidade mas ao desejo de manipulação.
- No marketing, a aparência tem um grande impacto.
- Diferentes imagens captam a adesão de diferentes idades e grupos sociais.
- Nesta sociedade, apresentar-se com uma aparência diferente pode fazer a diferença para o melhor ou para o pior.
- O marketing político passa através dos discursos, dos cartazes, das acções, e mesmo estas são marketing, a partir do momento em que são transmitidas pela televisão.
- Nem sempre uma pessoa que se apresenta bem é uma pessoa séria.
- A imagem do político é a sua máscara.
- Se aparecesse um político com uma imagem completamente diferente da imagem padrão, sofreria certamente, de discriminação.
- Para fazer política junto de pessoas sérias, que é a maioria da população, é preciso ter ideias. Contrariamente ao que alguns dizem, a população não é oca.
- É inevitável ser-se influenciado pela imagem. Todos nós o somos. Isso não significa ser oco ou não ter ideias.
- A imagem só nos influnecia se nós o permitirmos.
A moderadora fez um balanço positivo do debate. Concluiu que mesmo os que afirmaram que nada entendiam do tema ficaram mais informados. Com os diferentes pontos de vista abriram-se os horizontes.
O secretário comentou que houve muita repetição de ideias, mas que as ideias principais foram:
- O marketing político está em todo o lado.
- A imagem é muito importante.
- O marketing combate a abstenção eleitoral.
Secretário: Vasco
Algumas ideias apresentadas pelos alunos:
Proposta da moderadora: dada a proximidade ainda das eleições, sugere que as intervenções se centrem no tema "o marketing político", e foi pedindo aos colegas para não se desviarem do tema.
- A publicidade é enganosa porque promete a toda a população o mesmo nível de felicidade.
- Os partidos mais pobres não têm capacidade para competir com os outros em termos de marketing.
- O que se entende por marketing político faz parte da campanha.
- Nem sempre os partidos são claros, por isso é que as pessoas não gostam de política. Não compreendendo, retiram-se.
- Só se deixa enganar o que não assume a responsabilidade de se informar.
- O objectivo do marketing político é convencer a população de que aquele partido é o melhor; os partidos tentam passar a melhor imagem, porque a imagem ajuda.
- O perigo é as pessoas irem atrás da imagem. E se o país for à falência por causa disso?
- Merece unanimidade a reprovação perante a publicidade junto das crianças.
- Há quem considere que o marketing não faz a diferença.
- Se não existir informação as pessoas ficam na ignorância.
- O marketing acaba por afectar, quanto mais não seja ao nível do subconsciente, usando estratégias que possui em abundância. A imagem influencia, mesmo aqueles que pensam não ser influenciados por ela.
- Nem sempre a informação é dada na melhor altura, muitas vezes o momento não é o adequado à realidade mas ao desejo de manipulação.
- No marketing, a aparência tem um grande impacto.
- Diferentes imagens captam a adesão de diferentes idades e grupos sociais.
- Nesta sociedade, apresentar-se com uma aparência diferente pode fazer a diferença para o melhor ou para o pior.
- O marketing político passa através dos discursos, dos cartazes, das acções, e mesmo estas são marketing, a partir do momento em que são transmitidas pela televisão.
- Nem sempre uma pessoa que se apresenta bem é uma pessoa séria.
- A imagem do político é a sua máscara.
- Se aparecesse um político com uma imagem completamente diferente da imagem padrão, sofreria certamente, de discriminação.
- Para fazer política junto de pessoas sérias, que é a maioria da população, é preciso ter ideias. Contrariamente ao que alguns dizem, a população não é oca.
- É inevitável ser-se influenciado pela imagem. Todos nós o somos. Isso não significa ser oco ou não ter ideias.
- A imagem só nos influnecia se nós o permitirmos.
A moderadora fez um balanço positivo do debate. Concluiu que mesmo os que afirmaram que nada entendiam do tema ficaram mais informados. Com os diferentes pontos de vista abriram-se os horizontes.
O secretário comentou que houve muita repetição de ideias, mas que as ideias principais foram:
- O marketing político está em todo o lado.
- A imagem é muito importante.
- O marketing combate a abstenção eleitoral.
Assinar:
Postagens (Atom)



