quinta-feira, 13 de outubro de 2011

domingo, 26 de setembro de 2010

E ainda, um último poema do João Henriques

 O João tinha de escrever sobre um objecto não existente, inventado por ele:

Este é o meu projecto
vento de mar
para debaixo do meu tecto.
Não tem  regras nem conceitos,
mas é um dialecto,
um dialecto meu
que não se insere no teu.
Não tem lugar
aqui no mar
ou no céu.
Não tem lugar no tempo,
ele não está aqui devido ao vento
mas eu hoje trouxe-o
no meu bolso de talento.

Ele é a maior das coisas
aqui ou além,
mas enquanto o teu pousas
sem amor e com desdém
eu acaricio o meu, porque só lhe quero bem.

João Henriques, 10 L

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Conto

Dark Sanctuary

(Este conto foi construído em episódios ao longo de 8 aulas do terceiro período e nele foram incluídos excertos de poemas que se encontram a itálico e que foram coleccionados por cada aluno no segundo período a partir de leituras poéticas feitas no início de cada aula)

Num mundo sem som onde todo o anjo é terrível, a mancha de cor, que aos poucos empalidece, voa agora sem rumo aparente pelos gélidos caminhos do pensamento humano em busca duma horripilante mas bela morte. Numa vida onde o grande é muitas vezes interpretado como inexistente e o pequeno observado através das mais variadas lupas, esta mancha de cor imperceptível está atenta à poeira confundida com o ouro; apenas esta tem a capacidade de ver a profundidade da mais complexa muralha de entendimentos, por mais cimentada que esta possa estar à superfície. Pelo passado e futuro, presentemente pensará estar num emaranhado de lixo, onde puzzles inacabados e destroçados traduzem, assim, a metade da vida já fora de jogo das mais diversas anomalias, mesmo antes de ter começado. O ser arrogante e fascinante, seria a descrição perfeita, dada por esta criatura poderosamente esquecida; a criatura, por sua vez, é um aroma inspirado pelos tão infames seres arrogantes, muitas vezes com a possibilidade de ser venenoso e erradamente interpretado como o aroma da divindade, mas todo o belo é o começo do terrível para o bem do ser e do aroma em si. Ironicamente esta mancha é da autoria do ser que tanto despreza, tornando-se por isso cada vez mais humanamente lírico e assim belo, originalmente, e tão diferente e inalcançável ao mesmo tempo. A caixa em que se encontra vai ficando cada vez maior até que um dia, ou uma noite, explodirá e espalhará por todos os pequenos buracos de extravagância de todo o mundo do mais puro real. Esses buracos irão, um dia, ser Fénixes e embarcar em mais um labirinto amaldiçoado onde não há saída, apenas uma grande entrada com um portão banhado a ouro e coberto por apelativos diamantes e com sinalização incandescente, mordomia da casa, mas sem letreiros de apoio ao cliente.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O rapaz e a gaivota


(Este conto foi construído em episódios ao longo de 8 aulas do terceiro período e nele foram incluídos excertos de poemas que se encontram sublinhados e que foram coleccionados por cada aluno no segundo período a partir de leituras poéticas feitas no início de cada aula)


O rapaz e a gaivota



Sim, estou vivo. Todo o meu corpo é feito de matéria. Degradável. Que se move. Nasci assim e assim tenho de viver, com tudo o que herdei: sentimentos e emoções.
         Tenho saudades do optimismo, dos sorrisos e das estrelas. Sinto-me pesado, talvez o meu coração de algodão se tenha transformado. Em chumbo. E eu peço a quem me estiver a ouvir para pedir às paredes, ao tecto, céu e universo para não se apoiarem tanto em mim. Porque custa. Custa ouvir e falar, custa lutar e sobretudo custa entender. Pois somos tão adultos que não há ninguém mais velho que nos acaricie. Saberia bem se vivesse dentro dos meus sonhos. A minha casa poderia transformar-se numa cabana, no meio de uma falésia, no meio do mundo. E eu poderia ser feliz e poderia acreditar que era feliz. Às vezes penso que se as crianças e os poetas confundem o sonho da realidade, é porque talvez tenham razão. Talvez eu possa acreditar.
         Ontem fui à praia: um dia de primavera demorando-se em tudo o que é água. Arregacei as calças e caminhei sobre o mar. O sal tornou-se na minha segunda pele e eu senti braços salgados a envolver-me em carícias ligeiras. Ontem o mar estava de bom humor. Sentei-me na areia a observar o oceano. Demasiado grande para ser descodificado. E vi-a. Uma criatura livre. Aquela gaivota branca que acompanhava os meus cabelos compridos e os seus movimentos, dançava no ar. Sozinha como eu, mas feliz como uma gaivota. Ficámos os dois em silêncio a observar-nos. Ela levantou voo outra vez. Batia as asas com afinco, como que para me fazer ciúmes. E de seguida pousou numa rocha perto de mim. O mesmo sucedeu três vezes mais. Em mim, a única coisa que mexia eram os meus cabelos, manipulados pelo vento. A gaivota soltou notas à brisa e num instante, a pequena ave cortava o ar outra vez. Sim, desta vez entendi. Levantei-me num ápice e corri. Corri com todas as minhas forças, abanando os braços como ela me ensinara E gritei, numa tentativa animal. Naquele momento senti-me leve e poderoso. Eu e a gaivota voávamos na mesma direcção. Apenas nós e a liberdade de nos sentirmos livres. A prova disso são as minhas pegadas marcadas no areal que agora pertencem ao mar e ao vento. Todo o meu corpo entrou em êxtase, afinal, pode dizer-se não a um pássaro? Esfalfado, parei. Olhei em redor e vi o caminho que tinha percorrido. Vi também que o pequeno animal se tinha misturado com outras gaivotas e o bando de aves afastara-se. Fiquei só. Ou melhor, acompanhado pelo mar, areia e todos os seres que lá vivem. Nesse momento apercebi-me que o universo não tem afeições humanas e que tudo é movimento. Caminhei pela praia outra vez, desta vez no sentido contrário. As minhas pegadas misturaram-se e na areia ficaram desenhados dois rumos. Ambos correctos, pois quando voltei, o meu coração regressou a algodão e os meus olhos, antes entreabertos, descerraram-se. Agora vejo tudo mais luminoso e se tudo não for uma beleza, então nada é.
         Sim, estou vivo.


Carolina Serrano, 10 L




terça-feira, 1 de junho de 2010

Scriptorium medieval

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A GUERRA NÃO É UM BRINQUEDO, Escola Sec Artística António Arroio na Praça do Império

http://aluzdascasas.blogspot.com/2010/05/guerra-nao-e-um-brinquedo-escola-sec.html

Programação de Gestão das Artes


https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=49244dd61d&view=att&th=128da59e2552057d&attid=0.1&disp=attd&zw

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Encontro com Mário de Carvalho na Biblioteca Nacional

Aqui está uma sugestão para os que gostaram de ouvir e ler "A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho" e não só...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Para fechar o ano em beleza: POESIA E DANÇA:



http://paulocondessa.blogspot.com/

Segunda-feira dia 31 de Maio
O poeta e declamador Paulo Condessa e o bailarino Pedro Paz estarão connosco na Escola Secundária Artística António Arroio.

http://oficinadopaz.blogspot.com/

Programa:
10.15 (Sala 1, pólo de baixo): Turma 10 A- Paulo Condessa

12.00 (Sala 1, pólo de baixo): Turma 10 L- Paulo Condessa, com a presença de Pedro Paz



13.30- no jardim da escola de cima: piquenique com todos os intervenientes e dança por Pedro Paz



15.15 (pólo de baixo): Turma 10 B- Paulo Condessa

o céu dentro da boca

o céu dentro da boca - paulo condessa
sou mendigo
de um ramo de flores
do trabalho das abelhas
da chuva nas ameias
do voar das borboletas sobre as
lanças pontiagudas
o céu dentro da boca
Paulo Condessa
Poesia
Edição Fev. 2008, 248 págs

bizz dizz

O disparo fotográfico marca o ritmo da pontuação.
Pequeno teatro de seres que se abre de ponta a ponta deixa ver no interior do seu labirinto um cortejo de pessoas-personagens-com-qualquer- coisa-que-as-caracteriza.
No final de cada desfile espera-as a reflexa identidade do Minotauro ou a ponta salvadora do novelo
Que o leitor segura fielmente do lado de fora da caverna.
Num ou noutro caso, as voltas que o fio da conversa enrola à volta das coisas deixa marcas de múmia.
Bizz Dizz
Paulo Condessa


Pedro Paz (n. Lisboa, 1978) descobre a dança aos 11 anos, com a miudagem das ruas de Macau. Ingressa a Escola de Dança do Conservatório d Macau, onde inicia os seus estudos de dança clássica ocidental e oriental, e aos 14 anos reúne trinta colegas para coreografar o seu primeiro espectáculo de hora e meia – “Dancin’ The Dream”. Um ano depois “Elektra” para outros tantos, revelando a sua vocação coreográfica. Regressa a Lisboa em 1995 e completa a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional. No último ano do curso estagia no Ballet Gulbenkian onde conhece Ohad Naharin, coreógrafo israelita que o convida a viajar até Israel para conhecer a Bat-Sheva Dance Company, antiga e prestigiada companhia com quem bebe das melhores referências da dança contemporânea.

Em 1999 integra a digressão da Companhia de Dança de Lisboa em Cabo Verde e em vários estados do Brasil. Ao lado de Catherine Dethy (ex-bailarina de Béjart), orienta as suas primeiras aulas e workshops de dança nas escolas artísticas das cidades por onde passam ao longo da tournée. Nesse mesmo ano coreografa para Catherine o solo “Inebriati” sobre o Stabat Mater de Pergolesi, que vem a integrar o repertório da companhia. Colabora ainda com o Ballet Contemporâneo do Norte de Elisa Worm e com o Grupo Studium Margarida de Abreu (primeira mestra de bailado e coreógrafa portuguesa).

Em 2000 ingressa na Dansgroep Krisztina de Chatel, em Amsterdão, referência na dança que lhe alarga o horizonte na contemporaneidade artística europeia. Teve a oportunidade de trabalhar com excelentes bailarinos, coreógrafos, professores de dança, de ioga, músicos, artistas plásticos e audiovisuais, todos partilhando o determinante interesse no cruzamento das artes. É esta renascente transdisciplinaridade
de que enraíza o seu trabalho futuro.

Funda em 2001, a Amalgama Companhia de Dança que junta, desde o início, criadores de várias áreas em torno da dança numa verdadeira maratona criativa que deu origem a catorze estreias absolutas em full-evening, apresentadas nos mais belos lugares históricos do país como a Quinta da Regaleira em Sintra e o Convento de Cristo em Tomar, entre muitos outros. Ressalta a colaboração com a Orquestra do Norte, coreografando e interpretando os momentos dançados das maiores óperas de Verdi e Bizet, e com a Liga Portuguesa de Deficientes Motores na criação do espectáculo Singular (2003) na Culturgest. Sob a direcção pedagógica da Amalgama, lecciona de 2001 a 2006 na Escola de Dança de Mafra, Técnicas de Dança Clássica e Contemporânea avançadas.

Fora da Amalgama participou como convidado em diversos projectos artísticos, frequentou a Escola Superior de Dança e a Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa. Nesta última lecciona hoje a disciplina de Práticas Energéticas e Criativas.

Com a Poesis Associação Cultural criou “In Utero” e “ÉHORA” com Manuel Silva e António M. Cabrita, representando Portugal com esta ultima peça, no Festival Internacional Danse à Lil




segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sumário das aulas da semana de 24 de Maio

Teste
Conclusão do Treino de Oralidade

Sumários das aulas da semana de 17 de Maio

Treino de oralidade. Apresentação de micro-narrativas de Paulo Condessa.
Entrega dos diários poéticos.
Análise do conto "O Primeiro Amor do Príncipe Genghi" : interpretação de texto e categorias da narrativa.
Continuação e conclusão conto em episódio.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Teste do 3º Período, Matriz:



CONTEÚDOS:
Modos literários
Géneros literários
Características do conto
Os contos: “O Retrato”, “Aquele Azul” e “O Último Amor do Príncipe Genghi”, respectivamente de Manuel da Fonseca, Maria Judite de Carvalho e Marguerite Yourcenar
Realismo e neo-realismo, características
Categorias da narrativa: Narrador, narratário, acção, espaço, tempo e personagens.
OBJECTIVOS:
- Mostra conhecer modos literários, géneros narrativos e as características do conto.
- Preenche espaços de um texto sobre o conto.
- Identifica afirmações falsas sobre os três contos estudados
- Reconhece o autor e o conto a partir de excertos
- Identifica um autor neo-realista e compreende e explica a sua ligação ao movimento.
- Define neo-realismo.
- Compreende as características e explica-as
- Relaciona realismo, neo-realismo e situa-os no tempo
- Analisa e interpreta um conto
- Identifica e exemplifica categorias da narrativa
- Reflecte sobre a história e explica o pensamento
- Desenvolve um tema (conta uma história) a partir de temas dados (à escolha)
- Reconta uma história a partir de estilos dados
- Usa adequadamente o pronome “cujo, a, os, as”

ESTRUTURA
I Grupo:
Texto com perguntas de interpretação
II Grupo
Exercícios de identificação, preenchimento e de correcção linguística
III Grupo
Conto
III Grupo
Reconto

Estudar:
Manual, apontamentos do caderno, moodle

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sumarios das aulas da semana de 22 de Março

- Conclusão dos trabalhos da semana anterior:
. Construção de texto a partir de ou sobre um objecto
. Recitação de poemas
- Entrega e correcção dos testes.
- Auto-avaliação e avaliação.
- Construção de um texto para um projecto de intervenção no 3º período.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sumários das aulas da semana de 3 de Maio

Leituras narrativas.
Treino de oralidade.
Síntese das categorias da narrativa.
Realismo e neo-realismo.
Leituras do conto "Aquele azul". Leitura expressiva, interpretativa e análise do ponto de vista das categorias da narrativa
Continuação do conto individual em episódios.

Treino de Oralidade

Momento de Oralidade:

Leitura:
“Passava o meu tempo a limpar ferimentos ensanguentados, a lavar feridas, a suturá-las e a engessar membros partidos. Com cada paciente, ficava a saber mais sobre a guerra e os combates. Alguns dos feridos eram negro-africanos, ao passo que outros pertenciam a tribos árabes. Estava a tratar pessoas dos dois campos adversários.
Havia poucos médicos negro-africanos no hospital e apercebi-me de que podia ajudar o meu povo, assegurando-lhe um bom tratamento. Este aspecto reforçava o sentido de urgência do meu trabalho. Comecei a trabalhar cada vez mais. Comecei a ir para a enfermaria à noite para poder ouvir história dos «meus» doentes e confortá-los. Mudei-me de casa do meu tio para o dormitório do hospital para poder estar perto deles.
Gradualmente, começou a correr o rumor de que havia uma jovem médica negro-africana no hospital junto de que os darfuris feridos podiam procurar ajuda. Fiquei a conhecer todo o horror da guerra.”

BASHIR, Halima. Lágrimas do DARFUR. Albatroz/Porto Editora. Fevereiro de 2009. 1ªEdição.



Dissertação:
Tema: Personalidade
Na minha opinião a nossa personalidade, vai-se formando ao longo da nossa vida. Com tudo o que passamos, lidamos no nosso dia-a-dia ou em casa, ou também, muitas vezes, com desgostos que temos que nos põem tristes. A nossa personalidade é formada por defeitos e qualidades. Defeitos esses como o orgulho e o ciúme. O orgulho muitas vezes é mau e é então que temos que ser interiormente mais fortes que ele, pois precisamos de pedir desculpa quando devemos, temos de ter forças para dar o braço a torcer, porque muitas vezes o orgulho não é maior que aquilo que sentimos por essa pessoa e não é com o pedir desculpa que nos vamos tornar inferiores. O ciúme também é mau, pois apesar de nós muitas vezes sermos ciumentos com uma pessoa por causa de outras anteriormente nos terem falhado em termos de confiança, não devíamos ser assim, pois nem todos somos iguais e temos de confiar nas pessoas para elas confiarem também em nós. E com isto posso concluir que se nós formos fortes conseguimos ultrapassar certos defeitos, vindo porém assim a ganhar qualidades.



Improvisação:
Tema: O selo do vento
O selo serve para marcar as cartas, como o vento muitas vezes serve para nos indicar caminhos não visíveis mas sentidos, caminhos que muitas vezes por situações distintas nos deixam marcados. Como uma pomba que antigamente transportava cartas, cartas essas que eram conduzidas ao seu destino através do vento, e que muitas vezes marcavam a pessoa que as recebia.
O vento consegue marcar-nos de uma maneira ou de outra porque o conseguimos sentir, como um selo, a única diferença é que só conseguimos ver o selo, porque o vento apenas se sente.


Patrícia Oliveira
Nº 19 10ºA

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Trabalhos do 3º período

Ao mesmo tempo que recordo os critérios de avaliação já anteriormente apresentados:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyi_fv2X8YhCsSo7I2MUcb0-kLW0BJ3ZF8vIMCgAd2xFKytlyupf-QJm9XjqJ1aTp0CLBoP8d5bHGU0XnxuplnuRzm9FS1eruRkcXTdsv4UN6EDEHvZuVu_htX04S9AW4zV_kvWLzHz158/s1600/avalia%C3%A7%C3%A3o.bmp

venho recordar os trabalhos mais importantes deste período:

- Diário Poético (já apresentado, em fase de avaliação)
- Conto individual criado por episódios no final de cada aula (apresentação em duas formas: o rascunho e uma versão final eventualmente melhorada)
- Participação no conto interactivo da plataforma moodle (mínimo: uma participação)
- Teste: 24 de Maio (matriz a apresentar em breve)
- Treino de oralidade, leitura, dissertação, improvisação (uma participação por aluno)
- Outros trabalhos de aula (ex: texto sobre o retrato)

Livros, ilustrações, contos, 19 de Maio


ESCOLA ARTÍSTICA ANTÓNIO ARROIO
19 MAIO ‘10
das 12.00h às 15.00h
PÓLO DE BAIXO
ILUSTRAÇÃO DE JOSÉ VICENTE | 10K
LIVROS | TROCA DE LIVROS USADOS | Por cada livro, ou mais, entregues até dia 12 de Maio no Centro de Recursos (HORÁRIO: 3ªs, 4ªs, 5ªs e 6ªs
das 10h às 12.30h e das 13h às 16.30h), ser-te-á entregue uma senha para trocares por outro livro, à escolha, no dia da Feira.
ILUSTRAÇÕES | Entrega uma Ilustração em formato A5 (pode ser fotocópia do teu Diário Gráfico, por ex.), até dia 4 de Maio, ao Prof. de Desenho ou
de Projecto, identificada no verso com nome (facultativo), ano, nº e turma. Estas ilustrações irão à procura da sua história e serão expostas na Feira.
CONTOS | Escreve, selecciona ou modifica um Conto, à mão ou no computador, em formato A5, identificado no verso com nome (facultativo), ano,
nº e turma e entrega ao Prof. de Português até dia 4 de Maio. Estes contos irão à procura de um Ilustrador e serão expostos na Feira.
NO DIA DA FEIRA, PODES SUBIR AO PALANQUE, SOZINHO OU ACOMPANHADO E CONTAR UMA HISTÓRIA - O CONTO QUE ESCREVESTE, OU OUTRO.
Inscreve-te na AE
PARA MAIS INFORMAÇÕES: Prof. de Português ou cr.antonioarroio@gmail.com

Sumários das aulas da semana de 26 de Abril

Visita de estudo ao Indie Júnior, na Culturgest. Visionamento de 7 curtas-metragens, conversa com os realizadores.
Treino de oralidade (Cátia e Duarte, 10 B).
Leituras narrativas.
Conclusão da leitura expressiva e dialogada do conto "O Retrato".
Categorias da narrativa: narrador, narratário, personagens.
Continuação da criação de um conto individual em episódios.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sumários das aulas da semana de 19 de Abril

 Turma A:
Treino de oralidade (Bruno e Catarina, Filipa, Mariana).
Leituras de narrativas.
Esclarecimentos de dúvidas sobre a plataforma moodle.
Emprego do "cujo"; exercícios.
Categorias da narrativa: narrador, narratário, espaço, tempo, acção. Sequências narrativas: encadeamento, alternância e encaixe.
criação de m texto a partir do conto "O Retrato", de Manuel da Fonseca e de uma fotografia de cada um.
Continuação do conto em episódios. 
Turma L:
Treino de oralidade (João R e Sofia, Inês, Vanessa).
Leituras de narrativas.
Esclarecimentos de dúvidas sobre a plataforma moodle.
Emprego do "cujo"; exercícios.
Criação de m texto a partir do conto "O Retrato", de Manuel da Fonseca e de uma fotografia de cada um.
Continuação do conto em episódios.
Turma B:
Treino de oralidade (Joana A, Mariana, Marta, Tiago, Carmo).
Leituras de narrativas.
Esclarecimentos de dúvidas sobre a plataforma moodle.
Emprego do "cujo"; exercícios.
Criação de m texto a partir do conto "O Retrato", de Manuel da Fonseca e de uma fotografia de cada um.
Continuação do conto em episódios.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sumários das aulas da semana de 12 de Abril

Apresentação do trabalho do 3º período: a narrativa.Data do teste: 24 de Maio
Trabalhos de escrita: conto individual, conto interactivo.
Página moodle e recursos.
Visita de estudo à casa das Histórias (6 de Maio- A e B) se ao Indie Lisboa, Culturgest (23 de Abril: A; 28 Abril, B e L)
Leituras narrativas: Exercícios de Estilo, Raymond Queneau; Contos das Artes Marciais, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Mário de Carvalho.
SPA da Língua: o presente do indicativo e o imperfeito do conjuntivo.
Modos literários: dramático, lírico e narrativo.
Categorias da narrativa: narrador, narratário, acção, espaço, tempo, personagens.
Narrador homo (auto) e heterodiegético.
Iniciação à leitura do conto "O Retrato", de Manuel da Fonseca.
O contexto social da época.
Características do "conto". O neo-realismo.
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Apresentação da página da professora sobre a Narrativa, na plataforma moodle.
SPA da Língua: a expressão "acerca de".
Treino de oralidade (André e Bruna: 10 A; Filipa e Vera: 10 L).
Continuação das leituras de narrativas e dos Exercícios de Estilo.
Conclusão da leitura do conto "O Retrato".
Início da criação de um conto individual em episódios usando frases poéticas recolhidas no período anterior.